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sexta-feira, 12 de junho de 2009

curiosidades



Segundo um estudo recente, actualmente cerca de um quinto da população mundial já não consegue observar a nossa galáxia (Via Láctea) devido à poluição luminosa.

ler mais em (Inglês): http://www.cosmosmagazine.com/news/2797/one-fifth-us-have-lost-sight-milky-way

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Uma fotografia...

Panorama da Via Láctea em Mauna Kea - Crédito: Wally Pacholka (TWAN)

Aloha e bem-vindo a esta paisagem de cortar a respiração. Esta avassaladora imagem panorâmica, obtida a partir do cume com 4200 metros do vulcão Mauna Kea, no Hawaii, mostra uma camada de nuvens na direcção do céu estrelado e da Via Láctea. À esquerda encontra-se a cúpula do Telescópio do Canadá-França-Hawaii (CFHT), com a brilhante estrela Polar brilhando para a direita da cúpula. Na mesma direcção, liderada pela brilhante estrela Deneb, o asterismo da Cruz do Norte (Cisne) está embebido no plano da Via Láctea, nascendo por cima do horizonte. Tanto a Cruz do Norte como a brilhante Vega situam-se por cima de outros cones vulcânicos. Perto do centro estão nebulosas avermelhadas, estrelas e nuvens de poeira da parte central da Via Láctea. Por baixo, as luzes da cidade de Hilo criam um brilho amarelado nas nuvens. A supergigante vermelha Antares está situada por cima do bojo central da Via Láctea, enquanto a brilhante Alpha Centauri encontra-se mais para a direita, ao longo do poeirento plano galáctico. Finalmente, na secção direita está o grande Observatório Gemini Norte. O grupo compacto de estrelas conhecido como o Cruzeiro do Sul está mesmo para a esquerda da cúpula.
in "Astronomia Online"
Acho esta imagem muito bonita... Bom Carnaval!!!!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Uma fotografia...

NGC 604: X-rays from a Giant Stellar Nursery Credit: X-ray: NASA / CXC / R. Tuellmann (Harvard-Smithsonian CfA) et al.; Optical: NASA/AURA/STScI

A uns 3 milhões de anos-luz de distância na galáxia espiral vizinha M33, encontra-se o gigante berçário estelar NGC 604, com 1300 anos-luz de diâmetro, ou quase 100 vezes o tamanho da Nebulosa de Orionte. De facto, das regiões de formação estelar dentro do Grupo Local de Galáxias, NGC 604 é a maior depois de 30 Dourado, também conhecida como Nebulosa da Tarântula na Grande Nuvem de Magalhães. Esta imagem a cores é composta por dados em raios-X (tons azulados) a partir do Observatório Chandra, e dados no vísivel obtidos pelo Hubble, que mostram bolhas cavernosas e cavidades preenchidas por ténues e quentes gases emitindo raios-X. Curiosamente, a própria NGC 604 está dividida por uma parede de gás relativamente frio. No lado Oeste (direita) da nebulosa, medições indicam que o material é provavelmente aquecido, até temperaturas nos raios-X, pelos ventos energéticos de um enxame de 200 estrelas jovens e massivas. No lado Este, as cavidades preenchidas por raios-X parecem ser mais antigas, sugerindo explosões de supernovas no fim da evolução de estrelas massivas, contribuindo para a sua formação.
(retirado de "astronomia on-line" - BOLETIM ASTRONÓMICO - EDIÇÃO N.º 495)
De todas as imagens que podemos ver do Universo, as nuvens de gás e poeiras a que chamamos nebulosas (berços e cemitérios de estrelas), são as que considero mais espantosas.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Dióxido de carbono em planeta extrasolar


10 12 2008 11.53H

A descoberta do telescópio espacial da NASA supõe um passo importante na pesquisa de vestígios químicos de vida extraterrestre.


Vera Esteves destak@destak.pt


O telescópio espacial Hubble descobriu dióxido de carbono na atmosfera de um planeta extrasolar (exoplaneta) que gravita ao redor de outra estrela, como o Sol, informa a NASA na sua página da Internet.
A Agência Espacial norte-americana diz no seu comunicado que a descoberta supõe um importante avanço na busca de vestígios químicos de vida extraterrestre.
O dióxido de carbono significa, segundo o investigador da NASA Mark Swain, uma descoberta emocionante, já que “nas circunstâncias adequadas, poderia estar relacionado com a actividade biológica, como ocorre na Terra”.
Os compostos orgânicos podem ser também um subproduto dos processos vitais e a sua presença em planetas similares à Terra poderia supor a primeira evidência de vida fora do nosso mundo.
A temperatura no HD189733b, como passou a ser referido o exoplaneta, é, de acordo com a NASA, demasiado elevada para albergar vida, mas a observação do telescópio prova que é possível medir a química básica para a vida em planetas que orbitem à volta de outras estrelas.
Este exoplaneta é do tamanho de Júpiter e encontra-se a 60 anos luz da Terra. Não é a primeira vez que capta a atenção dos cientistas, pois há um ano atrás, astrónomos da Suíça e da Finlândia anunciaram que, pela primeira vez, haviam detectado a luz que um planeta extrasolar reflectia da sua estrela.
No início deste ano, o Hubble detectou metano na atmosfera do HD189733b e outras observações prévias realizadas pelos telescópios espaciais Hubble e Spitzer tinham encontrado vapor de água neste planeta.

sábado, 6 de dezembro de 2008

O universo visto pelo telescópio Hubble

Máquina do tempo


O Universo é feito essencialmente de coisa nenhuma.
Intervalos, distâncias, buracos, porosidade etérea.
Espaço vazio, em suma.
O resto, é a matéria.
Daí, que este arrepio,
este chamá-lo e tê-lo, erguê-lo e defrontá-lo,
esta fresta de nada aberta no vazio,
deve ser um intervalo.

António Gedeão